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Em perídos habituais, estarei aqui presente com alguns textos e contextos para entreter nosso cotidiano.
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Sutileza advinda

Hoje pensei que estaria são, o amanhecer vingou sem quaisquer vestígios da noite anterior. Confortável, diga-se de passagem. O decréscimo dele, o copo, me fez ficar mais ingênuo, como se fosse o princípio de uma nova fase de pouca idade. Seria sim, um esboço de um presente indireto.
No decorrer... Foi como prometido, nos padrões que se esperava sempre arrisca de sucintas definições. Lembrei das agudas nos arredores dos ombros, desta vez alcançava o limite de minha tolerância. O corpo pesou como se fosse milhares de penas, ficando a mercê de uma congestionada tirania que trouxe à tona o tempo que passou.



Apenas isso!

Essa era certa entrelinha de um slogan opaco, transfigurando uma questão e uma decisão. Fora erroneamente a fundo, não soube se comportar nem se estabilizar nos seus momentos. Teimou sem ponderar as escolhas de urgência, que, acolheram somente seu ensejo momentâneo, deixando para trás boas perspectivas para a "união do útil ao agradável".
Ágil ao apogeu, lentamente a sua queda, fora sutil. Mostrava-se que não veio apenas para distrair.
Idoneidade não! Não teria em meio a ninguém, a não ser a si próprio, transparecendo seu vago afeto por algo esdrúxulo sem uniformidade social.
Viu e acendeu a Luz, ouviu em últimos instantes o que sempre ouvira... o que sempre teve. E tem.
Não terá. 
Felipe Bastos
16.set.2010

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Barcos

Foram muitos planos, mas apenas uma ação. Tentamos e tentamos, mas, apenas aos últimos segundos... encontramos uma possibilidade de êxito. Sim, aquele que todos almejam o doce sabor.

Não pudemos nos vangloriar, fora somente o primeiro passo. Agora sim! Vem a decisão que ainda não vingou. Passou. Sutileza não ponderou na escolha que deveríamos ter feito, talvez não fosse a predileta.

Enfim, a caminho. Longo. Com a ponte, que à princípio, foi a mais acessível, pois a economia de tensão pesou a favor. Ainda certa caminhada, mais estrada. Areia, grama e degraus. O sons das ondas e o vento frio, já estremeciam levemente nossa pele, virando e deixando a taça por um fio.


Manhã! Sol, calor, fumaça e cerveja. Trilhas cercadas de pequenos barcos prontos para presentear ou mesmo servir famílias por onde passam. Uma recordação clichê não absteve-se de fluir como bela e única, por onde passou, brilhou.

Forno quente e lenha fresca, fizeram um excelente par. Fogueira foi só de longe, mas senti seu vago calor.

Na volta... medida cautelar. Chave no bolso e etc. Juízo imparcial. Sono leve, uma princesa a nossa frente, não acreditamos. Não seria possível. Mas sim, apenas ela.

Ao meu lado.

Felipe Bastos
2010

sábado, 4 de setembro de 2010

Subliminar

Melhor é ser Eva
Então porque a dão?
Instito que leva
a viver sem perdão.


Mutante humana
Esquerda sinistra
Igrejas profanas,
Auto sem estima.


Melhor é ser erva!
Em si, incendeia
Intra estética,
assim...
                                    seis e meia.
Felipe Bastos
2006 

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Sempre lutando?



            Sempre de Luto! Pois vejo       predominantemente

       vilipendiadas sepulturas de simples promíscuas

          tortas
                 idéias que como um frio vento de uma 
      madrugada

        vazia          ultrapassam                  
                         minha mente deixando para trás
  
                           somente a crua matéria
onde repetidamente          
                           apodrece junto ao doce caos 
fazendo-me     sentir a        miserável saudade que 
                               
perturba meu mirabolante                                                                            cotidiano.



Felipe Bastos
2006

domingo, 29 de agosto de 2010

Tributo?



                       A palavra tributo quando analisada separadamente, logo nos lembra algo relacionado ao âmbito público: o governo. No entanto, esse entendimento também é vinculado ao significado de obrigação. Neste contexto, temos como protagonista o próprio Estado, que tem a necessidade de impor tal tarefa como norma obrigatória na sociedade. Como papel da norma jurídica, o seu conteúdo é claro e tem como fundamento a ordem em si, que é emanada pelo poder público em face de sua população.




- Pai, os outros países são melhores que o nosso né!?
- Porque acha isso Lúcio?
- Ora, sempre quando falamos deles, eles parecem mais fortes. Mais bonitos. Sempre "mais" né pai!
- Não! Olhe, o Brasil é um bom país meu filho. Já fora pior, já fora melhor. Andou melhorando em algum tempo desses. Coisas ainda precisam melhorar... Como saúde, educação, e os preços das coisas que são caras demais.
- Caras? Mas, você falou pra mãe que a TV estava quase de graça?

 Felipe Bastos
29.ago.2010



Dinheiro dos Tributos , de Masaccio.
A pintura mais famosa de Masaccio. A importância da pintura está na representação humana de Jesus e na mesma altura de seus discípulos, algo revolucionário para a época, rejeitando a perspectiva de hierarquia da pintura bizantina. (fonte: Wikipédia)


Carga Tributaria Mundial

Pais
%
País
%
País
%
Suécia
51,1
Brasil
38,1
Portugal
34,5
Dinamarca
50,6
Polônia
37,9
Grécia
33,7
Finlândia
46,2
Rep.Checa
37,4
Turquia
32,1
França
46,0
Canadá
37,4
Irlanda
31,9
Bélgica
45,4
Hungria
37,0
Holanda
31,7
Áustria
44,3
Reino Unido
36,6
Austrália
29,9
Itália
43,0
Islândia
35,4
EUA
29,0
Luxemburgo
42,1
N. Zelândia
35,1
Japão
27,6
Noruega
41,8
Espanha
35,1
Coréia Sul
23,9
Alemanha
40,1
Suíça
35,1
México
16,5


FONTE:  Forbes Global  / OCDE e Recita Federal ( Brasil)
*Carga medida s/ PIB


sábado, 28 de agosto de 2010

Sábado

Bom dia,

Semanalmente... em períodos habituais. Sábados e outras feiras. Virão à tona. Apenas por vir.




CORRERIA correria!

- Andem, andem! Não vejam quem vem vindo atrás.
- Vai, vai... sai da frente. Já percebeu o que estou levando? É raro! Muita gente quer um desse. Agora se me permite, até mais.
- Ei, espera! Como faço para ter um desses?
- Nossa! Da mesma forma que conseguiu o seu. Ainda não tinha visto igual.


Felipe Bastos.
28.ago.2010

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Três Anos

Bom dia!

Hoje é como se fosse ontem, 19 de agosto. De 2007. Data especial, ano a ano, sem perder a essência de cada mês. Foi quando tudo começou... alegria, fervor, paixão, momentos aleatórios nos padrões que se espera.
Muito cedo ou nem tão tarde para o início de uma corporação, que vem à tona para viabilizar uma união que corriqueiramente pode ser chamada de... parceria? Sim! Parceria, no começo, pois quando desperta-se o que não esperamos, brota o Amor. Namoro.
36 meses. 3 anos. 1095 dias... 2 pessoas. 1 só Amor. Uma só paixão.
Amo-te Samara.
Felipe Bastos.
desde 19.ago.2007